Tordo-do-bosque macho com seus filhotes (no alto) e fêmea de andorinha-azul (abaixo), ambos com um geolocalizador preso às costas (fotos: Elizabeth Gow/ Tim Morton). Recente artigo da Science relata o rastreamento das rotas migratórias da andorinha-azul (Progna subis) e do tordo-do-bosque (Hylocichla mustelina) através de geolocalizadores baseados em níveis de luminosidade.
Nos geolocalizadores a latitude é estimada através da duração dia/noite e a longitude através do horário do meio dia em relação ao GMT. Também não transmitem informação, apenas a armazenam. Exigem portanto que a ave com o aparelho seja recuperada. Apesar destas limitações em relação a outras técnicas de rastreamento, este estudo conseguiu dados inéditos.
Veja notícia completa em http://cienciahoje.uol.com.br/137904

